É essa necessidade de falar e falar e falar o tempo todo que me faz, mais uma vez, escrever sobre o que eu sinto.
Não que tudo aqui escrito seja verdadeiro, pode ser que eu somente tenha descrito alguma vontade-fantasia-ilusão.
Nem todos os textos são atuais, retiro alguns de blogs, fotologs e diários antigos.
Não tente entender, não tente compreender.

A verdade e a mentira só existem na sua cabeça.

*

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Condiz. Condiz muito.


And now the party's over
And everybody's gone
I'm left here with myself
And I wonder what went wrong
And now my heart is broken
Like the bottles on the floor
Does it really matter
Or am I just hungover you?

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Te encontrei, te perdi.



Deletei seus telefones da minha agenda.

Nos afastamos de uma maneira muito estranha, não houve adeus, não mudou nada.
Só mudou que não nos falamos mais. Você ficou no seu canto, eu fiquei no meu. Assim, como se fosse completamente natural, duas pessoas que viviam juntas 24 horas se afastarem a ponto de se falar uma vez por semana.

"Natural é encontrar, natural é perder."

Nos afastamos. Você sentiu essa distância?
Eu me afastei, você se afastou. Foi reciproco. Até nisso temos essa sincronia.

Se nos encontrarmos um dia e a conversa passar de oi-tudo-bem-por-onde-tem-andado, te direi a verdade e talvez tardiamente falarei dos meu sentimentos.

Se não acontecer, está escrito, tinha que ser assim.

Nossas vidas se cruzaram em um ponto, mas como num X, fomos cada um para seu lado.

Era óbvio que não daria certo, era óbvio que daria. Quem vai entender?

Você faz falta.