É essa necessidade de falar e falar e falar o tempo todo que me faz, mais uma vez, escrever sobre o que eu sinto.
Não que tudo aqui escrito seja verdadeiro, pode ser que eu somente tenha descrito alguma vontade-fantasia-ilusão.
Nem todos os textos são atuais, retiro alguns de blogs, fotologs e diários antigos.
Não tente entender, não tente compreender.

A verdade e a mentira só existem na sua cabeça.

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sexta-feira, 18 de setembro de 2015

Seus olhos verdes da esperança.



Eu sinto tanta, tanta, tanta falta daquilo que na verdade nunca aconteceu...
Eu sinto tanta vontade de te abraçar, de te abraçar apertado de verdade; de deitar minha cabeça no seu ombro e ver o dia passar...

Eu sinto saudade de verdade da ideia de estar com você, da lembrança de que um dia estivemos juntos, sinto até saudade da saudade que senti quando você foi embora.

Por você eu aprendi a perdoar de verdade, aprendi a perdoar coisas que eu condenava e nunca imaginei que fossem possíveis de ser deixadas para trás. Por você eu aprendi, de verdade, a deixar as coisas ruins para lá e olhar com esperança para o futuro.

Eu sinto tanta saudade de você, eu só queria ficar frente a frente te olhando por horas, nesses seus olhos verdes, sentindo o tempo passar e mesmo assim não ligando... porque seus olhos verdes estão lá olhando por mim.

Me pergunto se algum dia nós vamos nos sentar, beber uma garrafa de vinho - dividindo a taça, como a gente sempre fazia. Me pergunto se eu vou poder ler essas coisas todas que passei anos escrevendo só pra mim.

Eu sei que a nossa história ainda não acabou, ao mesmo tempo que eu sinto que estou estendendo tudo isso sem razão nenhuma, que tudo isso já chegou ao fim. Mas não pode ser...

Eu daria tudo, tudo para poder dividir mais muitas taças de vinho com você e conversar sobre o tanto que você me fez acreditar no impossível.